domingo, 19 de junho de 2016

Genesis 6:6: Deus errou quando fez o homem

Abel e Cain, da história de Cain e Eva.


Para os que vem acompanhando minhas postagens, que não são frequentes, estão todas vinculadas ao mega-conceito de Produtividade, a qual propus como base final de meus argumentos, encerrativo sobre o Cristianismo. Há quem diga que ‘A terra irá acabar, mas o capitalismo continuará’: e de fato, a produtividade é a essência do Crackianismo, aquela coisa que ‘mesmo quebrada, funciona’: algo que se aceita quando se aceita o defeito.
E de fato, não me neguei a fazê-lo, pra falar a verdade, a tese tá até pronta, é bem grande, muitos desenhos, muita explicação. Mas, é um modelo quase científico, envolve Marx, Einstein, Adam Smith, Newton, Keynes, Rousseau, Webber, Darwin, Comte, Durkheim, Sócrates, Mileto, modelos democráticos, enfim: uma chatice sociológica humanitarista onde, a única alegria é constatar que consegui fazer quando tive saco: Porque linkar todas essas pessoas a escolares, suas crenças e religião, e seus modelos...[!], uma racionalidade que não pratico mais. O que eu digo a vocês é que, essas pessoas, independente de seu saber, eram muito pequenas, não sabiam de fato com o que estavam lidando, ou, como aquelas idéias lidavam com eles. Por isso, senti necessidade explicar algumas coisas de igual relevância: O sentimentalismo.
De modo a ressaltar como toda essa Produtividade humana foi auferida sobre o ganho do natural: como um valor foi adicionado a natureza e de como esse valor foi convertido: seria tedioso falar que a relação entre o homem e a natureza é um valor de uso e que a relação do homem com Deus é um valor de troca: É uma discussão que Adam Smith gostaria de participar.
E se o assunto era produtividade, explicar quais os sentimentos estão sendo trocados em uma sociedade, fora do ângulo cristão, foi algo nunca tentado.
Por isso, as amarras da Economia e as amarras do Direito, assim como o seu veio informativo, e a isso se segue, nisso se encerra a tecnologia, estão sempre envolvidas no entendimento único da religião. Não há como visualizar sentimentos, existe o compromisso dos cientistas, dos experts, em credenciar sua obra a Cristo: e é interessante, porque a maioria é ateu: mas se a sua obra não explicasse Cristo, suas idéias jamais teriam sido escolhidas:
De modo que, sociologicamente falando, a moral virou ciência, e se transmutou pra dentro do que acreditou-se ser o conhecimento válido. E isso é basicamente o léxicon toraniano dos resultados válidos. É basicamente do que a mídia vive: uma imagem foi criada, um sentimentalismo a ela associada, o que o mundo é hoje é o que Cristo via e sentia.
Muitos podem não concordar com isso, e que o mundo não tem o sentimento de Cristo, que o mundo que vivemos hoje não está no reino de Deus: mas qualquer um que fale isso é um imbecil: o mundo que vivemos é Cristo. É pra todo cristão se orgulhar do que fez. E a lista é grande pra credenciar a todos: mas o que não faltou foi colaboradores. O maior de todos foi sem dúvida Paulo, porque de fato os essênios, os nazarenos, o exército de Branca Leone (‘Deus tirou a mão’...: aquilo é mítico: depois, Deus botou a mão). Adam Smith falava da mão invisível, o mercado, e eu diria que a mão invisível é do consumidor; não é apenas uma história de como devemos estar orgulhosos de nossa própria criação, a Humanidade, É bater no peito e dizer que ‘tamos no caminho certo[!]’, que acertamos: ‘somos a continuação de Deus’: um processo de confirmação de resultados: o futuro é promissor, mesmo quando a leitura atual aponta a 45% de desertificação dos míseros 6% de terras cultiváveis do mundo, se nessa numerologia Mau-Thusiana existe ou não algum sentimentalismo de Deus, se neste momento o homem se sente envaidecido por suas vitórias: o plano era destruir o natural: além do mais quando Deus em Gênesis 6:6 afirma que errou quando fez o homem: algo a se pensar, é de praxe do ser humano pensar sobre o que deu errado. E nesse momento, enquanto tento explicar o mistério da Criação, principalmente, qual a exata localização do coração de Deus, o que parece ser um mistério ainda pra teologia: e ao invés disso, oferece possíveis culpados: e de brinde, o conceito do defeito.
É, Deus tirou a mão e eu tou tirando a minha também. De fato, tou me retirando do front, mas não poderia sair sem concluir a Produtividade e também me demorar um pouco mais sobre como essa Produtividade afetou seres naturais, crianças, mulheres, animais, a natureza, a terra, os sonhos, a beleza. É com prazer que explico o Coração de Deus.
Por isso, escolhi o superincrível 6:6 Gênesis, a Repetência de Deus. Pasmem! Deus errou[!]
  

Pra quem não sabe, essa é a Bíblia do Rei James [à esquerda] e a Bíblia Vulgata [de São Jerônimo] em suas versões primordiais. As duas se fazem necessárias, porque erros e mudanças no padrão de interpretação se seguiram e não estão exatamente como está no Torá. É algo que será discutido. As passagens espinhosas são basicamente duas: a primeira se refere que deus fez o homem da terra: e algumas distorções ocorrem aí. A primeira é que, em algumas bíblias, e alguns escolares, referem-se ao termo como uma localização e não substancialidade: a interpretação certa é a substancialidade.
A outra, é que a anima do homem é à semelhança do réptil, o ser humano aceita a semelhança com o macaco, é porque 98% do seu material genético é do macaco: o que prova que Deus não teria errado. O ser humano não seria um padrão de naturalidade: mas que um deus usou o mesmo material da terra.
Pode parecer estranho, mas não se quer aceitar isso: e existe um porquê pra isso. é algo que será debatido também. E a terceira questão, que sequer pode-se dizer questão, porque Deus é réu confesso, é se Deus teria admitido que errou ou não. Então, se você tiver uma bíblia qualquer aí, leia essa passagem, e nas passagens que estão com problema, eu dei a correta interpretação, como elas estão no latim, no inglês e no hebraico. Reúna estes pedaços e monte também a sua interpretação e veja se o meu pensamento está coerente.



Em Latim:

Gen 6:6: ‘paenituit eum quod hominem fecisset in terra et tactus dolore cordis intrinsecus’.

[source: LatinVulgate]


‘E ele [Deus] repenteou porque compôs o homem da terra e tocou dor [amargura/sofrimento] em seu coração [espírito/juízo]’



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Em Hebreu:

Gen 6:6 Torah:  וַיִּנָּחֶם יְהוָה, כִּי-עָשָׂה אֶת-הָאָדָם בָּאָרֶץ; וַיִּתְעַצֵּב, אֶל-לִבּוֹ.




‘Coração-de-Deus, se entristeceu; Israel [terra]que fez o homem, o Senhor consolou[instruiu/moderou]’

Concordância: o coração de Deus se entristeceu, ele fez o homem da Terra. Assim Deus aceitou com tristeza.

[Hebrew friendly translators/dictionaries: [x]/[x]/[x] ].


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Em relação ao versículo do Torá, acima, a anima não é uma receita de bolo, onde um resultado clamaria por um resultado melhor ou superior, mas que são os mesmos materiais envolvidos: Propriedades de Deus. O que indica semelhança, ou, igual a, ou, ainda, o mesmo que: e na tradução do léxicon judaico indica substância, material.



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Em Latim:

Gen 6:7: ‘delebo inquit hominem quem creavi a facie terrae ab homine usque ad animantia a reptili usque ad volucres caeli paenitet enim me fecisse eos’ [Vulgate [x]].

‘Destruirei completamente então o homem o qual eu criei à face da terra, e o homem, sempre de acordo com a anima dos repteis, assim como a dos pássaros e criaturas que voam nos céus, de fato isso me aborreceu: cria-los.’ [x]

Em Inglês:

Gen 6:7: “And the LORD said, I will destroy man whom I have created from the face of the earth; both man, and beast, and the creeping thing, and the fowls of the air; for it repenteth me that I have made them.” [ KJV Nova Versão Autorizada [x]].

‘E o SENHOR disse, Eu destruirei o homem, o qual eu criei à face da terra; tanto o homem, quanto a besta, e as coisas horripilantes, e os pássaros do ar; pois repenteou-me que eu os fiz”.

“So the Lord said, "I will blot out from the earth the human beings I have created—people together with animals and creeping things and birds of the air, for I am sorry that I have made them." [NewReviseStandardVersion Catholic Bible [x]].

‘Então o Senhor disse, “Eu apagarei da terra os seres humanos que eu criei – pessoas junto com animais e coisas horripilantes e pássaros do ar, pois eu sinto muito que eu os tenha feito.”


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O comentário abaixo, de Wayne Jackson, do Correio Cristão, declara o seguinte:

“Como alguém explica este verso embaraçante?
E repenteou Jeová que ele fez o homem sobre a terra, e isso o amargurou em seu coração”. [Gen. 6:6].
Primeiro, deixe-nos demonstrar o que esta passagem não pode significar: ela não pode significar que Deus criou a família humana esperando que ela permanecesse leal a ele, mas que, eventualmente, a humanidade vagaria como um vira-latas. O senhor ficou então desapontado, e então se arrependeu que ele nos fez. Isso não pode ser o significado pelas seguintes razoes.
Deus é onisciente, isso significa que ele sabe tudo, “Grande é nosso Senhor, e poderoso em poder; seu entendimento é infinito”(Psa. 147:15). Se o entendimento do Senhor é infinito, ele deve ter sabido, antes de ter criado o homem, que ele cairia.
Isso é evidenciado mais afrente, pelo fato de que o plano da salvação foi proposto antes da humanidade ter sido criada. Paulo afirma que “Deus nos escolheu [em Cristo] antes da fundação do mundo”, e que a nossa Redenção era “através do sangue” [de Jesus] (Efésios 1:4,7; cf.1 Pedro 1:2; Rev. 13:8).
Já que o sacrifício pro pecado humano foi provisionado antes mesmo de o mundo ter sido repenteado, ele necessariamente segue que o nosso Criador sabia que nós transgrediríamos muito antes de Adão e Eva terem sido colocados no Éden.
Como, então, é pra ser explicado o Gênesis 6:6? 
Existem várias figuras de linguagem na bíblia que acomodam o nível de entendimento humano. Uma é o antropomorfismo (forma humana), onde features físicos são adscritos a Deus, leia-se, os Olhos de Deus (1Pedro 3:12), o Braço de Jeová (João 12:38), etc. estes descrevem a vigilância de Deus e seu poder.
Existe outra figura chamada antropopatismo (sentimento do homem), onde então as emoções humanas são algumas vezes atribuídas a Deus. Dizer, portanto, que Deus “repenteou”, ou que ele estava “amargurado”, é simplesmente uma maneira simbólica de descrever que a conduta do homem não se encontra com o padrão divino. Esta linguagem vividamente retrata, de uma perspectiva humana, o desprazer de Deus em relação a nossa rebelião.
Sublinhe “repenteou” e “amargurou”, e na sua margem anote: Emoções humanas figurativamente adscrevidas a Deus” .
[Source: [x] ].
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Opinião Católica Padrão: [x]


Obs.: não fiz a tradução como de costume, porque é a mesma enrolação: que o aborrecimento de deus é ‘pela conduta humana’. Chega a ser engraçado isso. Mas o link tá aí, se você domina o idioma, não chega a ser uma perca de tempo, mas pode lhe ajudar a perceber que de fato, ninguém explica. A sensação é que tão te fazendo de palhaço.
Por isso, vamos direto ao ponto. Mas uma boa lida do 6:1 ao 8 é interessante, essa passagem está envolvida em outras discussões que serão comentadas mais afrente: ela é um dos pilares da Igreja Católica: e da Protestante também.

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A passagem é crítica: é a admissão clara e limpa de que Deus jamais conseguiria possuir os sentimentos da terra, nem muito menos atribuir o seu próprio sentimento àquilo ao qual ele achava ser ele. Não é um sentimento de sacrifício que levaria a compreensão de uma futura Ressurreição ou Restauração como principal veio interpretativo da religião cristã: mas a limitação de Deus frente a algo que escapou ao seu domínio.

A explicação de Deus[?]: ‘os sentimentos humanos não são iguais aos seus sentimentos’: mas,  é a afirmação que ninguém quer: nem judeu e nem cristão querem aceitar-se: ao invés disso, tenta-se aplicar o falsismo, o cinismo, e uma desexplicação:
O silêncio toma conta da palavra e múltiplas interpretações começam a jorrar do nada, quase tentando reexplicar a criação, no intuito de afastar qualquer possibilidade de admissão de que Deus teria admitido a sua falha: E se utiliza de uma projeção, de que de fato ele não foi pego de surpresa, ele não se surpreendeu pela falha do homem: sem explicar os sentimentos de Deus, como se Deus não estivesse em dor naquele momento, estivesse fingindo.
De fato, não havia surpresa em seus pensamentos: um ‘já sabia..!’ magrinho, como se Deus estivesse há todo tempo tentando enganar a si próprio, mas já sabia do resultado: uma projeção do futuro:
É um entendimento imbecil, não só porque se tal coisa existisse, ela também acertaria Cristo,
se Deus errou uma vez, ele erraria duas ou três: é o fenômeno da repetência, mas,  pelo fato do erro em questão, digo: não existe divergência sobre Deus ter alegado ter errado algo: e este algo não ser pouca merda: a Criação e, especificamente, o homem: e Pasmem(!), animais também: Mas pelo erro ser de natureza Estrutural. Sim: essa é a descompreensão do problema. Por isso, foi cotada todas as traduções possíveis, e as que são consideradas tops, porque o escapismo bíblico .... é uma coisa que todo Cristão deveria se preocupar. Sempre que escuto essas questões, me enfureço: por quê que um babaca sai poraí com uma Bíblia, “sabe Deus” qual a versão, debaixo do braço, porque essa ‘é a bíblia do pastor...’, ‘ganhei do meu pai...’, - digo, aos que levam a sério e os que acreditam e praticam- , ‘o professor falou...’, ‘li num artigo...’, - então, pra passagens relevantes que considero realmente importantes, adotei o critério de ir pegar o Torá: porque é uma briga do Judeu: ‘Por quê que os cristãos mudam constantemente a Palavra de Deus...[?]’: o cinismo do Judeu é diferente: ele não muda, digo, ele muda sim, também: as literaturas não são nem de longe um padrão do Alcorão, onde Maomé falou que se mudar uma Lei, ele mata, mas a vacância entre a Palavra de Deus e sua renderização é mais estrita à taxionomia de Deus, digo, o que Deus proclama, o Judeu mantém o seu proclamado, e adenda a sua interpretação: o cristão altera a proclamação de Deus e a sua palavra, conforme a sua própria interpretação, o seu ângulo: o seu casuísmo histórico. Dito ainda de outra forma, qualquer palavra é de Deus: Deus esculpiu na terra a sua imagem e  semelhança: e aquilo que ele modelou repetiria os seus próprios movimentos, não podendo Deus se isentar da interpretação humana, por qualquer alegação que fosse, ainda que clamasse desconhecimento da natureza, pois que a palavra, assim como o espirito, foram sua Criação.
De modo que não há como excluir a interpretação da Palavra, ou a sua má interpretação: busca-se uma paridade com o que foi escrito: isso é o básico a ser percebido. E para isso, se busca os melhores: seguindo o rito da originalidade. Nunca material de segunda mão. De modo que Deus sabia que o método utilizado, a Palavra, a renderização dos olhos através dos ouvidos, seria o que teria maior alcance unidimensional: onde a imagem de Deus viria de uma fonte externa, para posteriormente, buscar uma projeção no interior.
Parabéns a Deus, o seu método utilizado, a Palavra, foi um sucesso: Deus sabia que o ser humano teria uma Babel em suas mãos. Mas, que a otimização da Palavra, mais uma vez, cumpriria o oficio da correção. E este é o entendimento do Judeu:  Deus não desistiria tao facilmente de sua primeira versão, porque estes caras olhavam Deus com outros olhos: o Deus de Moisés jamais será o Deus de Cristo: e o Deus de David jamais será o Deus de Cristo: porque estes caras assumiram um compromisso. E que o desabafo com Noé não soa como um mal entendido, mas ao contrário, uma confirmação: “eu vou continuar tentando”: aquela história, ‘brasileiro não desiste...e que o vasco é o time da virada...’ :
Por isso, a literatura de cristãos não só é de segunda-mão como também são adeptos da segunda versão, que culmina com Cristo Ressurgido: A Ressurreição encerra toda a sua argumentação. Não chega a ser uma disparidade, ou uma dupla interpretação: o meu estudo é sobre a linha interpretativa dos sentimentos, e o que eu digo é que os sentimentos originais dos judeus saduceus veio mudando, sem uma explicação se Deus veio mudando também... . toda igrejinha que aparece pelas periferias, começa com uma estranha teoria: eles afirmam ter um cristo novo em suas mãos e que as outras agremiações desconhecem este cristo: é um argumento esquisito para aquilo que um dia se propôs ser uma unidade: de fato todas elas são um em Cristo, do mesmo modo que os judeus acreditam que Deus é um, mas quais são os sentimentos envolvidos, são os mesmos? Ou soam diferentes aos ouvidos? O cristo de Malafaia é o mesmo do Pastor Evaristo, ou , do Bispo Macedo, ou o de Tancredo ou João? Ninguém sabe ao certo quais são os sentimentos de Paulo na prisão, ou mesmo, de Cristo na Cruz... : teriam sido estes todos sentimentos de Deus[?]: Essa é a grande questão: a Palavra parece pequena frente ao juízo, o que dirá o coração: por que os sentimentos humanos eram estranhos a Deus? Você sabe responder? num sabe...vai enrolar como os lá de cima: porque aquilo que ensina, ensina a não acreditar no que leu, mas averiguar aquilo que lhe cai bem, aquilo que lhe veste: lhe dá a sobrees de que aquilo que ele veste vai fazê-lo se dar bem: se desvia ou bater de frente, não é uma atividade do consciente, nem muito menos do extrator ou do extrativista, nem muito menos aquele que cospe no prato que come, que desafia seu provedor: pode ser um analista, um doutor, não basta ser um juiz de sua própria interpretação: mas um carrasco de si mesmo: sob pena de ser Crucificado por Cristo: que no fundo, é ele que deve ser engolido: e, acredite, você não come outra coisa: você fala de Democracia e outras coisas, de um presidente ou de um inoperante, mas o que está em pauta é o faturamento, a colheita, aquela receita que entrou em sua vida, e de uma hora pra outra, foi aquilo que você passou a consumir. Então, que sentimentos são consumidos nessa megatransação, onde o dar e o receber não são meras interpretações do juízo, mas que ali existem sentimentos envolvidos. É basicamente isso que se está discutindo e o que será discutido.
Apenas chamando atenção aos sapientes que tiveram a sorte ou o azar de estar lendo as minhas coisas, não se fingir de imbecil e sair rindo poraí achando que tem alguma coisa na mão e que aquilo ali é a palavra de Deus: ao mesmo modo que os incentivo, não a concordar ou aceitar o que eu escrevo, mas que seja tão exigente quanto a sua fé: Se Deus afirma que errou e você não se dá o trabalho de investigar...[!]: tá escrito, amigo. Então, não desentenda o problema, buscando uma adequação com as suas ideias, porque o susto momentâneo dobrou os seus joelhos. Nem tampouco se utilize do escapismo costumeiro de transformar o cotidiano em um padrão bíblico, a família, o estado, a democracia, cujo background é a educação: aquela história do bicho papão, que tudo se trata de mentirinha, história de papai e mamãe, eles se amavam e era um casamento perfeito e que não havia nada de errado com aquela união, que o problema não veio do compromisso com Deus, mas do coração, e o coração de um pai falseia em admitir que a culpa não veio da criação, mas do material genético do filho ser diferente do seu, problema de DNA, aquela substancia que desexplica a corrupção: Pra quem tu puxou, Adão?! Pro lagarto, pra cobra, ou foi pra tua mãe, a minha sogra..? : Essas coisas não funcionam com Deus , porque deus não tem família, ele estava tentando criar uma, quase uma constatação humana: não tem pai nem mãe: Foi Deus quem se criou: digo, ele fez tudo sozinho.
A falha é estrutural porque o material genético usado foi o da terra, o barro: seria bizarro admitir da formiguinha, que veio do protozoário e virou dinossauro, Deus os fez individualmente, como fez com Adão, de modo que, se aquela criatura foi escolhida por Deus como sendo o motivo da criação do Universo, ele teria que ter tomado muito cuidado e atenção: o homem é o motivo de sua Criação, e ele o fez com as suas próprias mãos. E mais ridículo ainda é culpar a terra, que está envolvida no primeiro ato da Criação, ‘No início Deus criou o Céu e a Terra’: pra quem nunca leu a Bíblia, essa é a primeira Palavra.
Deus Criou o Homem da Terra: é a afirmação que tá no Torá. A última versão do Rei James também. E daí, como foi mostrado, começa a distorção. Fico chateada por que isso acontece, de fato, não cotei nem a última versão católica em português, porque, enfim....[!].
Não se quer aceitar o fato de que o homem foi feito da terra: Este é o substancialismo da questão, que se quer afastar. É o mesmo substancialismo que afetou Eva. No entanto, essas questões são perfeitamente renderizadas por Paulo em Corintos 15, onde ele afirma a Substancialidade de Cristo ser Celestial: e a Substancialidade de Adão ser Terrena: é uma das poucas passagens em que você vê Paulo redundante, mas no geral, o que Paulo tenta justificar são Substâncias Diferentes: Jesus Cristo prescindia a Criação: Deus seria Ouro, os Anjos seriam Prata e, os Homens Justos, os filhos de Deus, os Justificados, seriam Cobre: a analogia Deus – Anjo – Santo: Isso é argumentar a santificação do cobre e, por uma Alquimia Divina, transformaria água em vinho: e o ouro em cobre: Isso não é Explicar a Criação, mas escondê-la, aquilo que Deus não fez questão de esconder: ‘Arrancarei o homem’, ‘Deletarei o homem’, ‘Apagarei o homem’, ‘Destruirei o homem’... : não só pela surpresa, porque existe clareza no sentimento de Deus, uma indignação: Deus estava olhando pra face da Terra, e não a sua:
Ora, como isso aconteceu...? Mais incrível ainda ... [!]. ora amigo, eu leio Oxford, leio Harvard, os grandes Teólogos, como Augustinho, são Tomás de Aquino, Escolares de porte, Lutero, Calvino, e até mesmo os improváveis, Rousseau, e toda a artilharia de clássicos, neoclássicos, artigos mais recentes: e a linha de solução do problema é Cristo[!] (Pasmem[!).
Ora, isso não explica o fato da genética terrestre não prestar, não é verdade? Isso nos levaria, inevitavelmente, a Maria:  a qual, virgem, tinha um DNA também, é só fazer o exame de Cristo, de modo que, de forma alguma o substancialismo, pela afirmação de Deus, seria afastado pelo Messias e a Purificação: não adianta Deus cotar novas raças, outros povos, mas nova espécie: diferente da dos répteis. Teria dado certo com Noé, não é? Teria dado certo com Cristo, não? Bastava Deus estalar os dedos e o ser humano viraria ouro, e a natureza também: seria muito mais natural do que aceitar a Purificação. Não: vão a merda com essas ideias: vocês não têm de fato uma explicação pro problema, tem uma explicação pra solução: explicação essa que sequer é autorizada por Deus, digo: ainda que Cristo conseguisse produzir uma alteração genética, ele fez muitos milagres, andou consertando o ser humano, mas seus conceitos sempre foram explicados por uma desexplicação do mal: o mal, em Cristo, é entendido como o diabo, um fenômeno da terra, e não como um erro de Deus, como se a terra tivesse outro Criador:
De fato, a maioria das pessoas acredita nisso e acha que não tem nenhum problema: ‘a terra é o inferno’, afirmam os pastores mais exaltados. Não é pra rir: a maioria pensa assim.
De modo que se aceitarmos que Cristo veio pra corrigir Deus, estaremos mais uma vez aceitando o fato de que Deus errou: e estaremos voltando ao problema: E é basicamente nisso que a Religião repenteia: Deus errou de propósito”: e a questão é deslocada pro entendimento da moral, do sistema, do capitalismo, da democracia, da Instituição, quando, o problema da corrupção aparece e esbarra no acondicionamento da liberdade que define o ser: isso é mais outra imbecilidade, dentre muitas das quais estou falando: não é só a redundância do pensamento, como a questão se encerra, sem uma afirmação, ou, o pilar de uma crença, quebrado, sem solução: mas pelo simples fato da aceitação de que a questão é insolúvel porque as relações inerentes ao seu sistema de solução, um verdadeiro léxicon de possibilidades, não alteram o status da Criatura e nem a condição da Criação: o erro é estrutural: o homem foi feito da Terra.
Não se admite o que está escrito, e está correto: É o entendimento do Judeu e do Torá, que mesmo sobrescrito, é claro e encerrativo: e isso tornaria Cristo desnecessário, por melhor que fosse a sua boa vontade, pois não mudaria o sentimento inicial de Deus: a partir daí, teríamos Deus acompanhando a sua má criação e assumindo a paternidade de seu erro, que é inteiramente justificado em Cristo: mas paliativo, um remédio: e de fato, é como Cristo é entendido: um detergente universal do Reino de Deus: O Reino dos Justos seria primeiramente entendido como o Reino dos Limpos e é de fato como o Judeu entendeu sua Criação inicialmente: e está correto.
Depois este pensamento foi transmutando na Babilônia e o fantasma da Ressurreição começou a ser cotado, a tal da Restauração Total: mas como já foi cotado, isso não afasta a má criação: e isso não a explica: apenas como uma via de solução  para a convivência com o problema:
Por isso, a aceitação da passagem é espinhosa, porque ela invalida Cristo: Cristo jamais teria sido puro um dia, não existe duas versões pro homem, só uma: e todas passam pela terra: e este era o principal argumento do Judeu, quando questionavam ‘tu és filho de quem?’, ‘quem é tua mãe?’, ‘tu és inteligente, mas de onde veio a tua santidade?’, ‘por que não és um pecador de nascença?’: se buscou uma linha de entendimento, e é a mais aceita usualmente: o terceiro filho de Eva, os Sethistas: e que Cristo foi Criado antes do Universo: um escapismo de tentar se antepor ao erro de Deus: mas isso é admitir o segundo erro de Deus, porque Cristo passaria pela terra também: aquela história que já foi contada no início dos meus argumentos.
Acreditava-se que o homem possuía seu sêmen já fecundado, era só depositar na mulher: foi a mesma burrice que achou das plantas: que elas traziam em si sua própria semente, já fecundada: e não apenas seus órgãos reprodutores. Aquilo destruiu Charles Darwin, o que ele chamou de o abominável mistério, por que Deus teria falado tamanha cavalice em Gênesis, em afirmar que as plantas trazem a sua própria semente..?[!]. As plantas eram e sempre foram auto florescentes: não existe autofecundação na natureza. Tal poder teria sido dado a Deus, não ao universo: de modo que Deus responde única e interinamente pela sua má criação.
De modo que, qualquer tentativa racional é falha. O que se percebe é que a forma adotada, primordial, pra lidar com a questão, foi a via da moral, essa, que justifica a corrupção, o estupro, o arrependimento e a recompensa: que se configurou por si só como um Propósito.
Ora, todo pai se justifica que errou porque seu avô havia errado, e que o neto vai errar também, e que errar é humano, porque Deus errou também: exato, exato... a educação existe e impera sobre os sentidos: Deus afirma na Bíblia que errou outras vezes, como foi descrito acima, erros de ações, erros de movimentos, um General errado, um Rei errado, e até mesmo seus mandos e desmandos: infindáveis vezes Deus voltou atrás com Abraão e Moisés, cidades que ele ia destruir e desistiu, deixou o profeta com cara de tacho, o que mais Deus fez foi ameaçar romper o trato, o destrato e o retrato do que havia escrito:
O Gênesis 6:6, é outro tipo de erro: por isso, todo este preambulo é que não se seja tão bobinho e estúpido e busque uma outra compreensão: Deus foi bem claro: é outra espécie, pra essa não tem solução, não adianta nem Paulo, nem Cristo e nem a Ressurreição. Ora, ninguém quer isso, não é verdade? Além do mais, vindo de Deus.. [!]. 
Agora que vocês já sabem qual é o tipo de problema que vocês estão lidando, é um erro de concepção, não adianta você fazer uma casa com a estrutura de sua fundação errada e achar que o que se erguer dali será conserto, e que o mérito de suas tentativas o levará aos céus: porque é reafirmar que Deus está acompanhando seu defeito: Isso pode servir até como um enhance pra fé, se você a tem, digo, se você a possui: mas você enfrentará um problema de substancialidade: Deus se mostrou incapaz de purificar a terra, ao afirmar que a face da terra não é a sua face: o homem saiu à semelhança da terra também, em quê não se sabe: e é basicamente neste ponto que eu queria chegar:
Deus afirma mais afrente que os pensamentos do homem não são iguais aos seus sentimentos, e vice-versa: o que isso significa exatamente?
É interessante essa questão porque é poraí que o Livre-Arbítrio escapa: e toma a frente dos resultados, como se o passado pudesse ser tão facilmente apagado, e pudesse ser tão facilmente envolvido de que aquilo não faz parte do coração de Deus, aquilo não faz parte dos pensamentos de Deus, como duas coisas separadas: ora, vão a merda com tudo isso: Cain matou Abel: qual é a classificação de um estuprador, de um assassino? É porque os seus pensamentos não estão em Deus? E pensamento é capaz de sobrescrever sentimentos? Paulo um dia deixou de ser assassino? Fazia exorcismo com beijinhos? Foi preso pelo quê? Só porque falava merda ou acreditava em merda? Ele falou isso sorrindo? Quantas vezes Cristo mandou matar? Como explicar o interficite na Parábola dos Talentos, ‘Traga até mim e execute em minha presença’ e quais os sentimentos de Deus quando estuprou Maria, uma virgem de catorze anos? Força de incapaz? Digo, ninguém sabe como foi a possessão, foi verbal? Não foi ele, foi um anjo? Quantos tinham ali de fato? José participou também, ou, como os Judeus falam, Maria não era virgem, seu nome era Miriam, e ela já tinha se deitado com mais de cem? E o principal: o que Deus sentiu? E o que Maria sentiu também? Por que Deus possuiria uma mulher? Até onde ele vai com a sua má criação? Isso tudo me fez suspeitar quem foi que criou Deus, e o quê que ele ensinou de fato ao homem: se seu coração prevaleceu como juízo, não desmistificar que seu juízo foi um dia seu coração. Talvez ficasse mais fácil entender a origem do mal, e não a do mal entendimento: para que isso seja percebido, não como um mal-entendido, mas como aquilo que não é natural.
O mal, oriundo da terra foi proposto, e este mal, primariamente, atingiu a mulher, a qual foi linkada com um animal rastejante da terra, a serpente, e o que se segue é a vontade de Deus, uma tentativa de desexplicar a monstruosidade de algo. Deus chamou a natureza e os animais de impuros, a anima do homem é a mesma dos répteis, não interessa se ele fez separadamente, ele afirma que a mesma anima do homem foi a mesma anima dos animais que ele considerou bestiais: um clássico ‘não fui eu que fiz!’, com a cara de ‘não era assim que eu queria..[!]’: não, amigos, em hebraico, coração e juízo é a mesma interpretação, não há motivos para que se aceite, que o coração do homem não é os pensamentos de Deus: são os sentimentos humanos que foram cotados, e não seus pensamentos, não é o entendimento que vai melhorá-los, porque se trata de algo estrutural, é algo defendido por Cristo, é um jargão popular: pau que nasce torto, morre torto; de uma macieira não nascem bananas: de modo que a linha da Purificação deve ser, primariamente, afastada: porque na Bíblia, no Torá e em Cristo existem sentimentos suficientes para saber do que se trata essa questão. E a explicação é  bem simples: a terra; E da terra, a mulher; da mulher, o corpo; do corpo, o servo; e por último, o Judeu. Cristo era um Judeu, não era? O Judeu era impuro de nascença: As filhas de Seth cruzaram com as filhas de Cain [x]: esta é a linha escolástica principal, a passagem de Gênesis 4:25,26 [x]: Seth era o terceiro filho de Eva, que estaria repondo Abel que morreu. Ninguém sabe quem é a mulher desconhecida que Cain casou, e a passagem é embolada do início ao fim: e nela, Deus, no final de um desabafo melancólico, ele afirma que vai tirar a anima dele do homem, da criatura que ele criou: que o homem vai viver agora só 120 anos em Gênesis 6:3 [x]. Adão havia vivido 930 anos em Gênesis 5:5 [x].
De modo que, primariamente, a história de Cain, já que já se falou de Eva, a desgraçada, a base pode ser usada como um bom exemplo do que se está tentando traduzir. Existe muito sentimento ali, apesar de as passagens serem pequenas e todo o escapismo do judaísmo, são silenciosos, mas ao mesmo tempo deixam as possibilidades as quais serão entendidas tardiamente como resultado, e isso cria um vórtice sentimental, que nos leva a vontade de Deus: ali, Deus fala que Cain teria alimentado a terra, e que por isso, estaria fadado a não conseguir tirar a força dela, por ter falhado: Ele pegou  uma fruta da terra e entregou a Deus, tipo assim, pegou do chão: Abel entregou seu primeiro novilho, o animal era dele. Essa relação de segunda mão é escondida, mas a Abel foi dada a condição de senhor, por isso cuidava do estoque vivo, e a Cain , o agricultor, aquele que cuida do corpo, o servo: Cain foi trabalhar a terra, por uma questão de proximidade. O elemento terra está sempre presente nas interpretações bíblicas e está sempre no modo negativo ao natural, por o natural conter certos sentimentos: e isso é exatamente o quê[?]: isso é exatamente uma sentença: que mostra que Deus, desde o início foi envolvendo a terra em uma explicação que acabou gerando uma explicação pra Cristo. Mas isso mostra outra coisa: O seu sentimentalismo: como aquilo que ele chamava de “terra” tinha a face da mulher, tinha a face do inimigo: o servo improdutivo: aquele que você precisa arrancar, pois de outra forma ele não dá. Vasculhe por este sentimento, e você vai encontra-lo, milhares, pela Bíblia: e se pergunte, pelo menos uma vez, o que é isso, o que é a Imposição, de onde ela veio e a quem serve, o que é alguém se erguer sobre outro alguém, ser maior, ser mais, ser melhor? Em que, exatamente? Faça isso, é mais importante que a explicação dos seus porquês: porque isso reflete uma inferioridade, alguém que de fato não entende o que é uma relação de posse. Não vá pela linha da desigualdade, essa é burra, você vai cair na explicação dos porquês. Mas também não seja imbecil a ponto de concordar com Deus que foi a natureza que se impôs sobre o homem e que isso se trata de uma reposição, porque aí você vai admitir mais uma vez a sua fraqueza frente a natureza, isso explicaria até a sua inferioridade, mas não explicaria a vontade, se ela é ou não do coração de Deus.
Essa linha de pensamento, do alterar o naturalimpor a vontade de Deus, ela é unidirecional: céu-terra: e é explicado que o mal deve ser arrancado, que sentimentos humanos devem ser arrancados e sentimentos de Deus devem ser plantados. O problema não é mais de DNA: o que era um problema no corpo virava um problema de espirito: se já foi difícil aceitar a corrupção no corpo, não era só os pensamentos do homem que não prestavam, mas o espirito também, o DNA de Deus havia sido corrompido também: e Espírito Sujo é o que não falta entre Paulo e Cristo, mas isso era uma heresia pro Judeu, que não acreditava em Espírito, mas em Anima: sua anima ficou suja, porque ele era um modelo do primeiro homem, Adão, o qual havia sido revogado por Cristo: E a mulher, burra, incompetente e improdutiva, envolvida agora com o Diabo. Um Romano de época se queixava, que “havia perdido”, que “os bárbaros..”: e um padre Cristão dizia, “Tá amarrado..! ..foi por causa do Diabo: te une com cristo e teu exército sai vencedor”. Napoleão desentendeu isso e por isso perdeu a batalha de Waterloo, ou foi Trafalgar, ...tanto faz, ele não acreditava em Cristo: no final da vida, teria se convertido, teria deixado de ser mulçumano pra ser cristão: não se trata de opinião quando se tem sentimentos envolvidos.
Tais sentimentos são constatados em Cristo, Mateus 13. Esses sentimentos também são renderizados pra mulher, de modo que vórtices sentimentais estão sempre atrelados aos resultados: e aquilo que agrada e desagrada Deus está sempre cotado.
Do mesmo modo, o material genético, celestiais e terrenos, são assim entendidos: o espirito do senhor e o espirito dos servos, meio ao material genético de Deus, dos Anjos, dos Santos, dos Homens e das mulheres: sentimento do céu e a terra estão agora divididos.
De modo que esta é a espinha dorsal de meus argumentos: Independente de Deus ter errado, havia em sua concepção o entendimento inicial de que deveria separar céu e terra , deveria separar homem e mulher, separar os judeus, ao ponto de afirmar que no início deus separou o céu e a terra: porque a separação foi seu ato primordial.
E isso fica claro quando se afirma que o motivo da separação é a impureza. O que não fica claro é o que é a impureza pela via sentimental: o puro ama mais que o impuro? E isso envolve o entendimento de o que era o prazer pra deus, qual o seu entendimento sobre sexo e desejo e, mais ainda, quando o motivo que explica a separação do céu e a terra ser o sexo:
Ora, essa questão pulveriza o livre-arbítrio, uma vez que a vontade do homem depende dos seus sentimentos naturais, os quais foram vestidos com os sentimentos de Deus, e estes se mostraram ineficazes: ao mesmo tempo que Deus culpa a terra por tais sentimentos e não o homem: Ora não tou falando nada estranho, o entendimento bíblico é esse. O sentimento do judeu difere muito do cristão, mas no fundo, é esse: os sentimentos da terra.
Agora, quais são os sentimentos da terra? O que é o sexo pra natureza, o que é o desejo, o prazer, a vontade? Porque isso sobrescreve o entendimento do que se chamou mulher: ora, foi o entendimento do homem. Foi algo que já foi falado em inúmeros tópicos, foi um ser de sexo masculino que escreveu a bíblia, este sentimentalismo são também o entendimento de uma raça, os judeus, raças que historicamente estavam envolvidas com problemas sexuais: e misteriosamente, foi a igreja de Paulo que resolveu o problema da mulher, que instituiu o casamento, que instituiu a família, que outras raças não tinham tal entendimento...’: uma merda, porque os cristãos escreveram mentiras sobre os outros povos, incluindo os Egípcios, os Gregos e os próprios Romanos, até mesmo os Babilônicos tinham postura e códigos de conduta contra estuprador, leis sobre divórcio e sobre a violência contra a mulher: os Judeus é que tinham postura de adúlteros. Uma lei proposta por Augustus definia, por exemplo a punição ao adultério, ninguém seria apedrejado, uma simples indenização resolveria o problema, a mulher nem seria morta por isso: e eram muito mais punitivos com o concubinato, mulheres concubinas que eram mantidas por fora do casamento e não eram consideradas amantes, e viviam na mesma casa que o seu senhor: prática usual, comum e tradicional do judaísmo, na qual Cristo foi silencioso quando indagado pelos Fariseus. Paulo reabre o problema em Timóteo e Corintos, mas fala a nível de instituição, digo, defendia o casamento em Cristo, e suas cartas, Epístolas, foram em sua maioria dedicadas a instituição, a igrejas, franquias que ele havia aberto e administrava enquanto estava na prisão. O cristianismo chamou muitas coisas para si, no sentido de Redenção ao judaísmo, e que isso por si só era um diferencial: mas tudo isso é merda porque o que mais tem é pastor adultero, famílias adulteras e o que mais existe na humanidade é o adultério: e a questão não é o antissemitismo que está em pauta, mas a origem do entendimento de todo o sentimentalismo que sobrescreveu o conceito de humanidade: um esmagador processo de desnaturalização do natural. Por isso, as passagens serão focadas sob um critério, o qual eu achei válido para o entendimento do problema, e não a sua solução.
O que deve-se levar em mente neste momento é que tanto os que identificaram o problema, independente de aceita-lo ou não, e os que lidaram com a solução, externaram uma obrigatoriedade a toda a humanidade: agora todos tinham o compromisso com a correção da Criação: culpados haviam sido identificados, entre eles, os principais: a mulher e o diabo: e que todos agora deveriam praticar os critérios de salvação: e em meio a liberdade conquistada, o tal ‘livre-arbítrio’, hiperdimensionado, os sentimentos a serem praticados foram cotados: Rir, agora, seria um compromisso com Deus, do mesmo modo agora que chorar seria um compromisso com o homem, ou, do homem; A natureza, o verdadeiro vilão, também estava envolvida na solução:
Qualquer coisa que fosse natural, desde então, passou a ser suspeito. Era muito mais que um alívio, a condição dos aflitos, mas um suposto entendimento da moral: Ter prazer com Deus seria o primordial: não basta apenas se sacrificar, tinha que amá-lo também: “Matei por ti, meu pai: por isso, me sinto nas alturas..[!] Farei qualquer coisa pra te agradar”, “matarei até meu vizinho se for necessário, caso os sentimentos dele não sejam iguais aos meus. Minha mulher, eu já sei como tratar: e o meu filho também. Até o cachorro será submetido: nenhum mal, nenhuma impureza, irá tocar na face de Deus, pois meu rosto não é apenas um esboço de uma criação, não é apenas uma semelhança nem uma herança, foi o compromisso que aceitei: consertar aquilo que não criei.”.

O que fazer neste momento: ir com Cristo e Paulo, Isaías, Ezequiel, Daniel, Esdras & Cia, os arquitetos da Palavra[?], aqueles, que propuseram o céu e o Messias, os protestantes judaicos de época, aqueles que previram o fim, o Apocalipse, e a restauração? Já falei em outros tópicos que existem três Torás: o Torá de Moisés, o Torá dos Babiloucos e o Torá de Paulo: e daí pra frente é só interpretação, mas estes são os básicos, no fundo todos falam de uma mesma coisa, o unitarismo, a mesma religião., onde Cristo é o ângulo da questão: foi algo já falado, não vou me debater sobre isso.
No tópico anterior, os dois filhos de Deus, são uma dualidade: e uma dualidade, pra se resolver, precisa inevitavelmente sempre de um ângulo. Ângulo é o entendimento geométrico: duas retas paralelas, dois planos, precisam de uma reta perpendicular para formar o ângulo: e ângulo, em termos bíblicos, é o sentimento: de modo que é uma relação entre o ser e o estar:
Por isso, o texto anterior fala dos sentimentos de Deus através dos seus filhos.
Foi cotado Cain e Abel: e Adão pra angulá-los. Claro, Adão deveria ter os sentimentos de Deus: então, os seus dois filhos explicariam a dualidade.
Você pode dizer: você sabe muito pouco sobre Cain e Abel, quase nada: e eu lhe digo: você está completamente errado: está muito longe como Cristão em entender a maldade do judeu, ou , mais ainda, a sua inteligência e cinismo. Então, somente um expert, alguém que não enxergue em uma, duas, três, mas que enxergue em múltiplas dimensões, é capaz de ver o que acontece em tempo de execução na única dimensão da mente, a razão, a forma escolhida do ser humano pra explicar seus sentimentos, explicar aquilo que ele não tem: e por não saber como ter nem obter, nem poder ter nem obter, ele inventou a semente, uma construção da mente.
Mas mais uma vez não vou me avantajar em minha forma usual de me expressar, a qual não faço o menor esforço, as palavras fluem de mim naturalmente: porque não falo só um idioma, falo vários: e dentre eles, os sentimentos da terra: aquilo que afirmo e repito, e jogo na cara de qualquer um que se diz ser possuidor da verdade, a mentira que se validou, a história.
Existe um problema do tamanho do universo e isso envolve a personalidade de deus e os sentimentos de deus, aquilo que se procura encobrir com o homem, como se admitir que deus não presta fosse um pecado: mas porque isso violaria a justiça, e não porque seus sentimentos seriam afetados. Não menos arrogante e inexpressivo, o tal conteúdo jurídico de que a moral de Deus estivesse de fato realmente imune aos seus sentimentos, como se Deus estivesse separado: De modo que é os sentimentos que Deus que deveriam vir na frente, pra quem busca uma paridade com uma divindade, ou um espelhamento, aqueles que buscam atribuir seu próprio sentimento a algo externo a si, seja pessoas, seja a plantas, bestas rastejantes da terra, pássaros, gado ou universo: qualquer coisa que se manifeste além do que Deus sente.
De modo que a moralização, as questões pertinentes ao ser, de maneira alguma poderiam ser ângulo: isso seria admitir que o coração e o pensamento de Deus são coisas distintas e separadas: e o homem como ângulo resolveria o problema:
Isso é burrice, pois isso é admitir que a Criação se trata de um processo de purificação do universo, de purificação de deus, as questões que envolvem e este é o foco, não os meus , mas a formatação de deus: deus é imutável, não é?  De modo que a frase acima não é só um desastre sobre os judeus, nem tampouco uma reafirmação pros cristãos que, miseravelmente viram aí uma oportunidade de sua expressão. Em primeira instância, uma explicação pros judeus que antecederam, do porquê que Deus os desescolheu: a tal da explicação do Cordeiro, aquilo que antecedeu a Criação, o ‘Plano de Deus’, o tal coração e mente integrados em Cristo: o propósito perfeitamente ordenado entre a Ressurreição e o Sacrifício:
Não, amigos, me poupem: pastores de merda, padres, vocês todos são pó, cimentos, não há raízes em seus pensamentos, vocês são copistas de si mesmos, refletem uns aos outros, o mesmo sentimento padrão: a amargura, a solidão: alguém que de fato nunca acreditou em nada: mas isso é pouco praqueles que nada sentem.
Mas não estou aqui como inimigo, e meu intuito não é o do contrário, mas de explica-los aquilo que vocês nunca entenderam: e nunca entenderão também: o amor não é o que vocês acreditam: e o porquê que aqueles que amam não precisam de Cristo. Isso não é declarar a inexistência de algo, como também os meus motivos não precisam necessariamente estar implícitos, porque eles por si só explicariam a minha intenção, o motivo pelo qual estou tentando ajuda-los a entender Deus.
Por isso, o que faço aqui agora, é explicar o que não fiz no tópico anterior: falei sobre os sentimentos, mas não atribuí nome aos bois, ao mesmo tempo, pro cristão comum, aquele que acredita ser um possuidor, um possuidor de deus: A Palavra.
Bom, a base que eu vou usar é Gênesis. E a passagem está envolvida originalmente com Cain e Eva: esses caras aí não só são suspeitos, como também são os culpados, na interpretação de Cristo
O que deve ser levado afrente, antes que se inicie as interpretações, e isso vai ocupar todo o sistema operacional, você pode se perder em meio as explicações, porque as fugas de realidade, as fraquezas dos que crêem em lidar com o problema, são atormentadas também com o quê de ignorância: fora o cinismo, o falsismo, as inclusões, as alterações e tudo aquilo que reafirma a própria repetência Deus, que poderia levar ao ponto ultimate que não foi Deus que escreveu:
Falo isso porque o leigo, aquele que tá lendo a sua primeira bíblia, nem imagina que existem cem iguais a dele e que todas as cem são diferentes da dele – o judeu ortodoxo tem ódio do cristão, porque mudou completamente o Torá, ao mesmo tempo que o Fariseu foi o culpado de tais operações. E fora isso, mais de quinze mil agremiações, divididas entre católicos e protestantes, cada uma clamando pra si um cristo diferente: de modo amigo, que você, por mais sabido que seja, você não tem nenhuma chance. Se você for um brasileiro lascado que não fala outra língua a não ser essa merda, então você é mais ignorante ainda. O conselho que eu lhe daria é: é melhor ficar calado, ficar com a sua verdade entre as pernas e se esconder no quarto, ou se enfiar no buraco, quando uma imagem refletir mal nos seus sentidos. Eu não ganho nada com isso, não sou blogueira, nem preciso dar satisfação também. Pessoas que eu amo, poderiam um dia ler isso, e isso as ajudasse de alguma forma a não passar o que eu passei: ter que entender essa merda, que esses merdas tentaram vomitar na natureza: aquilo que nunca foi e jamais será o corpo de deus.
E é exatamente poraí que começamos: aquilo do qual Adão foi feito: o Barro. Por quê que Deus fez Adão de barro e não o fez da sua própria Palavra? Por que ele não estalou o dedo e Adão apareceu? Fiz uma cotação dos experts de Harvard e Oxford, a tropa de choque da Santa Sé e do Exército Republicano Americano, Protestante: A dualidade a ser vencida, aqui está sendo tratada como os dois filhos de deus. Não é uma necessidade minha explicar o que eu escrevo, mas porque de outra forma, nenhum outro ser conseguiria angular a questão. E acredite, não é marra minha não, eu me sinto como Deus: um repetente, em ter que explicar os sentimentos dos outros e não os meus: E neste sentido, estou em contraposição com a filosofia: exatamente, sou contra a filosofia e os filósofos: pela condição sine qua non na qual a verdade se encerrou: filosofar é, essencialmente, racionalizar, e racionalizar é produzir unidades para, em seguida, integraliza-las em um total dominante.
Ora, isso é atribuir ao ser um conceito de força-forte: a existência de uma força-forte no universo se constituiria em uma obrigatoriedade: ao ponto de a Liberdade em si mesma se constituir também em uma obrigação. Isso reduziria os sentimentos única e exclusivamente ao critério de justiça, uma interpretação. Se tal coisa pudesse ser feita ou por si só fosse inicializada, o que chamamos de verdade trata-se de fato de uma separação.
A técnica de obtenção da verdade pela via da unidade é, essencialmente, reducionista. A unidade é, essencialmente, aquilo que se separou.
De modo que, Unitarizar é atribuir um estado ao ser. O ser é a posição que ocupa: os sentimentos humanos seriam refém de sua posição: mais ainda: o homem sente a posição que ocupa.
A filosofia busca racionalizar o universo, e isso inclui Deus, a partir do ângulo humano: E, a grosso calibre, isso é um processo de desnaturalização, onde a definição de Deus é a imputação de sentimentos humanos ao natural.
A filosofia caminhou para uma única compreensão de todas as coisas: uma única fonte, um único Criador, e isso inclui o próprio conceito de Criação: Corpo e Espírito como coisas separadas:
E isso é o ato primordial da ação humana: no Início, Deus separou o céu e a terra: é a primeira ação de Deus. No entanto, a filosofia tenta promover a integração da dualidade, argumentando que em algum ponto, no futuro, mais afrente, elas estarão juntas, o início e o fim serão uma mesma coisa: isso é um ângulo. E por se tratar de um ângulo, trata-se de uma possibilidade: o bem proporcional ao mal infinito: o abismo da mente.
Tal técnica não poderia produzir tal resultado se não inicializasse a morte. A morte é a primeira coisa que se acredita: e é a única verdade consumida. Filosoficamente isso é entendido como o preço da razão. Por isso, os filósofos - e isso vale pra todos, inclusive pra Cristo – ao mesmo tempo que declamam em meio a exposição de seus resultados, despercebem a separação, por entender que a consciência possui o poder de aniquilá-las: e o tempo vira brincadeira em suas mãos, tão grande é o compromisso com aquilo que praticam: uma solução pro corpo. Por isso, filosofar é, em última análise, não só a definição das coisas, ‘de que isso é feito? ’, ou, ‘o que isso faz? ’, mas a destruição da dualidade: essa é a postura de todo filósofo.
Agora, não menos interessante que, ao longo da história, e isso inclui da própria racionalidade, nem todos os povos que habitaram o planeta pensaram assim.: Admite-se como princípio único de todas as coisas ser a unidade pelo entendimento de uma raça, que dominou a forma de pensar: tese-antítese-síntese: é como a síntese é entendida: a antítese irá matar a tese; céu irá matar a terra; o homem matará a mulher; o espírito matará o corpo; o senhor matará o servo: Porque Deus irá destruir o universo e refazê-lo contínuas vezes, até ele atingir a perfeição.

Ora, vão a merda com tudo isso: porque no fundo, isso é uma desexplicação. Seria mais simples e virtuoso admitir simplesmente que ‘não sei’: porque este é o sentimento de Deus, acima: Deus repenteou porque não sabia: e ficaria mais bonito pra Deus, já que o ângulo é a filosofia, admitir que falhou em tais condições. Não é isentar Deus de uma culpabilidade, nem buscar com isso uma melhor definição da moral, porque a questão não exige tal esforço de superação: os sentimentos de Deus ali são claros.
No entanto, por tudo que foi falado acima, o filha da puta que escreveu o Torá, seja lá quem for, na condição de filósofo ou não, dá a sua interpretação: e daí pra frente, o que se segue são os gestos claros de Cain: fugitivo: o silêncio eterno da enrolação, diante da quebra de uma presunção.
Por isso, não vou me debater com a questão, porque a unidade não me promove outra técnica de extração da verdade a não ser reproduzir seus resultados. Eu sei do que se trata e não vou afrente com isso. O que eu digo ao privilegiado que tá podendo ler algo diferente, é:
Não aja como um imbecil, e tente transformar meus argumentos como gasolina pro seu juízo, porque vai quebrar a cara: nem tampouco aja como covarde, que resseta aquilo que viu e ouviu porque aquilo desafia os seus sentidos e uma nova imagem possa afasta-lo de um equilíbrio inexistente: vá afrente, continue lendo, e se uma nova imagem surgir em seu consciente, não busque uma confrontação, nem muito menos adequá-la: comece a aprender, ou perceber, que múltiplas imagens existem, que o universo é interdimensional: e que isso não explica o ser, mas a compreensão de algo mais enigmático, que este é o X do problema: o ângulo: o sentir:
Deus não é um, mas quatro, Cristo não é um, mas quatro: o que eles são não é mais importante do que o que eles sentem: por isso, a ênfase nesta passagem que nem da Bíblia é, é do Torá: na fala de Moisés, aquele que ensinou Deus a pensar e ensinou Cristo também: e devemos admitir que um dia Deus falou, independente do real significado de Deus, que pro Ocidente, o Torá é a referência: o Cristianismo é apenas seu resultado.
De modo que, em Gênesis 6:6, é a Rocha: ela mostra, pela primeira vez, um sentimento de Deus frente a sua Criação, não frente ao seu resultado: Deus admite a falha na Criação, ao mesmo tempo que culpa a Terra por isso: o material genético de Adão: o barro era a imagem da terra, e não a imagem de Deus.
Um expert em Cristianismo sabe que Paulo foi ao limite do possível em lidar com a questão, ao longo de Corintos, ele fez o que pôde: e é o que dá.
Mas a tal resposta, o tal ângulo, ele ficou bugado, porque de fato não tem solução. E Paulo não foi nada além do que buscar uma concordância de reafirmar que o primeiro homem nasceu assim, ao mesmo tempo que afirmava que o novo homem é a correção de deus: a repetência.
E se Paulo falhou -e este é o meu entendimento, Paulo buscou uma concordância com o Torá , como já foi falado -, Paulo não queria fundar uma nova religião: a rejeição do judaísmo o levou a isso: e pro cristianismo , isso soou como uma solução : mas pro judaísmo, uma punição:
Não é só afirmar que Deus repenteou, mas que ele refez sua Criação: repentear, em termos bíblicos, é se afastar do pecado, e neste caso, indicaria que deus se afastou do homem: atribuindo ao homem o defeito de sua criação. Este não é o correto entendimento da passagem acima, este entendimento é cabível em outras passagens, como Êxodos e, nos profetas minoritários e, até mesmo David, Ezequiel, Samuel. Todos os outros casos estão relacionados a questão como o judaísmo entende: o judeu falhava e isso deixava Deus enfurecido, chegando ao extreme de Noé. E a questão, ela é renderizada com a personificação do mal: o mal inexplicado apareceu, e Deus foi seguindo o seu projeto original de purificar:
Não, essa é uma linha ridícula, é a preferida da filosofia, e ela é inconclusiva: não recomendo pros inexperientes seguir esta linha de raciocínio: isso é uma armadilha do próprio judaísmo, ele te leva simultaneamente a você produzir falsos resultados, ao mesmo tempo que deixa entreaberto a possibilidade vencedora: a sentença corre junto com a obrigatoriedade. Por isso seguir a minha visão é mais interessante porque vai evitar o desperdício e contradição. Você será tentado a desistir. E, por inconsistência do material absorvido, não será sequer digerido. E como consequência, o ateísmo se instalará de vez, pra sempre: e novas ideias não serão permitidas, porque o entendimento de Deus é a existência de uma criação: É o sentimento que restou do ser humano: Ele aceita porque o bem ou mal as coisas funcionam: e democracia, excluindo os outros, ela é o pior: Isso é ridículo, porque é afirmar a repetência de Deus.
De modo que a questão ficou aberta e, se você for busca-la, assim como todo problema de dualidade unitarista, terá as opiniões divididas. Por isso eu insisto mais uma vez, que você não tem nada em suas mãos, Papa Francisco não tem nada nas dele e nem o Vaticano também, nem Lutero nunca teve: nem Agostinho também, nem Paulo, nem Cristo: porque o problema é original: qualquer um que o subscreva, ainda que almeje procedência, está envolvido na amarra da questão:
Os sentimentos de Deus são os mesmos do ser humano[?]: comece com essa questão.
“Porra! eu vou ter que ler a bíblia toda...!”: Não precisa, vou juntar algumas partes, e ela serão o suficiente para lhe levar  a uma solução. Não tenha como um resultado: porque na natureza não existe resultado. Entenda isso como uma solução para unidade.
Então antes de responder, vamos a difícil tarefa de explicar a própria Bíblia:  e a passagens que remontam o início.
O que digo ao iniciante é que esqueça a democracia, o capitalismo, o corporativismo, e todo o existencialismo que cerca a filosofia: porque desde que as ciências foram moralizadas, sua compreensão ficou comprometida.
Foi algo que vi em meus primórdios, Comte e Durkheim, um católico e o outro protestante: a sociologia paternizou as outras ciências consideradas positivas: física, química, biologia, matemática, geografia [..]: todas foram escolhidas porque produziam um único resultado, uma unidade...: mas todas elas são planas, operam em uma única dimensão, não são capazes de explicar sentimento: por isso o entendimento de que, na menor partícula, o pó, poderia ser a existência do espírito de deus.
Isso seria o início, pois ‘Deus primeiro criou corpo, depois construiu’: Esse conceito está geometricamente errado, porque a dualidade não possui passagem .. de modo que deus jamais estaria no interior, pelo simples fato de não tê-lo, deus estaria ao lado e não dentro: a terra não era a sua semelhança: e isso explica a morte e também, ao mesmo tempo, a separação: o sentimento de solidão, o isolamento e perda de deus.
Esse sentimento é o que acompanha o povo de deus: isso e perceptível no interior dos copos de Cristo em Marcos 7: Cristo acreditava que o universo era plano...a agua está sobre o copo e não dentro .. Aquela música do Renato evangélico Russo [ninguém sabe quem é o Renato e quem é o Russo, mas acredita-se ser a mesma pessoa]: ‘palavras são aquilo que o coração não sente’: Dito de outra forma, o homem jamais teria ou teve o sentimento de deus. Não é incrível? O primeiro sentimento que se acredita, a primeira conexão entre o pensamento de deus e o sentimento de Deus é a morte? Você acredita na morte, certo? Digo, todo corpo morre, certo? Todo corpo possui um fim, certo? Você sabia que os Judeus foram o único povo que acreditou na morte? Depois eles voltaram atrás, desacreditaram. Cristo morreu, não foi? E depois ressurgiu, não foi? Independente se isso vai ou não acontecer com você, o que é isso, qual o sentimento que tá sendo transacionado aí? Como isso atinge os seus sentimentos naturais? A morte, por si só, desempenha o papel funcional e organizacional no Unitarismo: mas não é isso que eu tou falando. Existe uma geometria dos sentidos onde o fim se relaciona ao início: de fato, é necessário entender essa relação, até porque, essa relação é entendida como a solução do problema, veja você..[!]: mas os sentimentos de Cristo vivo eram os mesmos sentimentos de Cristo Ressurgido?   O quanto disso está envolvido com o Sacrifício? Que tipo de compromisso é esse, ‘Aceitar a Morte’? melhora a perda de um ente querido? É a projeção de um futuro? Um escapismo? Qual o valor relacional da morte, no que serve ao juízo? Como os ganhos e as perdas são então produzidos, naquele que sequer despertou, que foi retirado de seu sonho profundo[?]: que tipo de sentimento carrega a criação de Cristo? E como isso impera nos sentidos, a ponto do prazer ser submetido em um cenário de perdas constantes e ganhos funcionais? Como isso sobrescreve a vontade?    
Seria interessante o simples entendimento da questão: mas ela está envolvida em uma impossibilidade, o coração de deus escapa pelas mãos do homem...moralizar era preciso, e desentender também.
Por isso, o sentimento tinha que ficar escondido nas entranhas, no interior de algo. Por isso, os sentimentos de Deus, não é algo que flui, mas que possui uma localização: o mesmo princípio ativo da moral, início e fim, a dualidade: deus estaria sempre fora e jamais dentro. Perceba que o início é um lugar e o fim também: duas posições diferentes.
Pra você ter uma ideia, pense em outra questão: os sentimentos de Cristo no céu são os mesmos sentimentos de Cristo na terra? Ou ele varia, conforme a situação? Isso aí é interessante, porque, se ele possui o entendimento de Deus, ele teria repenteado também: ou ao contrário, Cristo reafirma que Deus não errou[?]. É importante que isso seja entendido e resolvido, até mesmo pelos que assim se autodenominaram os ‘relativamente incapazes’, porque isso tudo veio do batismo, uma espécie de circuncisão: e de repente você tem nas mãos um contrato que ainda não assinou, assinado por você: e agora você é refém de um prognóstico, de um resultado: você será um cristão: o destino virou carta marcada e deixou de ser dado..: ou não, o dado já possui seus resultados preconcebidos, não se trata de sorte, de modo que o princípio jamais poderia ser entendido como morte sem que aquilo não fosse uma conclusão: alguém aceitou a morte por você e agora você virou refém de um compromisso: não se trata de explicação; os sentidos simplesmente não aceitam: isso tem a cara do homem e não de deus: ou então, deus tem a cara do homem: não há espaço pro pensar ir mais afrente: a questão é uma muralha. Existe uma separação e ela está sendo escondida: a dualidade não foi resolvida: mas ao contrário, está sendo customizada, maquinada e envolvida em possibilidades mutuamente excludentes, como se cada olho pudesse ver duas coisas diferentes ao mesmo tempo e dizer que está vendo uma coisa só.
O entendimento do espírito se tornaria ineficiente, o ser humano estaria envolvido em um conflito sem solução, viveria eternamente de meias verdades, criando sempre uma oportunidade e de fuga: não dá para viver arrancando os olhos da cara e cortando mão: é o que a filosofia quer: esconder sentimentos nas palavras e atribuir a elas um valor espiritual.
Não, não aceito isso, por isso a religião falhou comigo aos mesmo tempo que me permitiu perceber os sentimentos de Deus. E o que digo é que os sentimentos de Deus são os mesmos do homem. Já li muita gente que afirma isso, mas o faz sem convicção, sem argumentos, nada cientifico: e sem contexto também.
Uma bosta: a palavra é essa: e é o que penso da palavra também. Infelizmente não dá para ser rápida, e o que existe em mim não é provar nada a mim mesma, mas por amor: Quem quer que seja que leia o que escrevo, trate essas escritas como um manual, muito mais que um caminho  ou guia espiritual: até mesmo aqueles que enfrentam  um problema em sua fé, o prazer de deus é o ponto de partida. O entendimento de sexo é o ponto importante, desejo e vontade são as quatro partes de deus: e a comparação do que são esses fluxos naturais, se são de fato naturais, e como estava essa configuração em Cristo é a base científica de meus argumentos: o sentir: 
É isso que trata o post anterior e agora a sua base material, Torá e Evangelhos.
Mas, sequer posso chamar a minha metodologia de original: acredite ou não, foi essa a base usada para erguer o Torá e os Evangelhos, os quais, nos artigos, tenho chamado de A Caixa  Preta: não há como falar de amor sem passar por essas quatro variáveis.
E a dificuldade em explicar se encontra exatamente no fato de que aquilo que deveria ser quatro partes integrantes de Deus não estão de fato separadas, mas a tentativa de entende-los através de uma unidimensão, ou, uma falsa dualidade, gerou o conceito de Caixa, onde o amor é convertido em virtude.
Pra se ter uma ideia, Cristo na Bíblia se refere a amor como mente, interior, espírito, vontade, prazer, céu, ele próprio-Deus[...]: mas não se refere a carne com amor, não se refere a terra com amor, não se refere a mulher com amor, não se refere a corpo com amor.
De modo que você é levado a compreender que amor é uma virtude, um conceito unitarista de justiça, que busca uma relação, um paralelismo, uma igualdade: de modo que, se faz necessário, antes de mais nada, a compreensão em termos Bíblicos e, primariamente do Torá, porque, neste sentido, a Bíblia é uma literatura de segunda-mão, a Bíblia não pode e não vai além do Torá, nem mesmo quando cota a Ressurreição: todo exemplo prático são materializações do Torá, e nem Cristo, nem nenhum, sucedeu-o.
Agora, fora toda essa problemática que envolve a racionalidade e os ‘sentimentos de Deus’, historicamente foram envolvidas em um largo processo educacional de cinco mil anos, de modo que o acreditar está envolvido em um processo sociológico onde a submissão de ideias e a sua incorporação antecede o nascimento de qualquer criatura: o desdobramento do juízo se impôs em tal acondicionamento, que o próprio pensamento pode se sentir compelido, ou mesmo, abduzido, a considerar de se tratar de ‘um processo natural’, um ‘etapismo’, que tudo se trata de um ‘evolucionismo’ e que, o cristianismo, de fato, ‘teve um papel neutro’ nessas ideias: ou mais ainda, que ‘Deus estaria escrevendo a história de background’... : é claro que nenhum ateu pensaria isso, mas seja lá qual for a explicação, a história foi ditatorial: o acreditar foi escrito sobre sangue: e embora isso seja muito fácil e visível de tracejar, a matança é o que não falta, não existe de fato um culpado: a benevolência humana, entendida dentro do quadrado, é que o status de humanidade precisava dessa interpretação: e o escapismo das respostas mais profundas, sobre aquilo que ficou mal entendido e ficou esquartejado no tempo, refém da conformidade, uma vez que a própria abstração ficou refém do enquadramento jurídico da questão: Deus é o pai e é o juiz: e Jesus Cristo é o filho e o Coração: e, por assim dizer, a família está formada: a montagem do futuro segue afrente, e com ela, os objetivos do presente, assumem o compromisso da manutenção de um idealismo muito bem constituído.
Então, nada mais justo do que analisar o carro-chefe, a espinha dorsal de todo esse idealismo: a Família: quem é o pai, quem é a mãe, qual sua relação: e isso está presente no início:
E a resposta, ela deve atender a uma singularidade: e qualquer anima vivente envolvida num processo de aceitação e tolerância social, está perfeitamente no enquadramento do Judeu.
Se você faz parte do grupo discordante, que vê alguma coisa errada no sentimento de Deus, que Cristo não tinha uma cara, mas várias, discorda que Cristo tenha caído de paraquedas na terra, que já era o Deus Reencarnado e, que o conceito histórico de sua explicação é considerado válido, eu faço mais uma observação: nunca existiu historicidade sobre Cristo. Fiz um artigo especial sobre isso: a única escrita que valida que um dia Cristo existiu, vem de Flavius Josephus, um Judeu Ortodoxo, o qual foi enquadrado como duvidoso e falho. Em outras palavras, Cristo só existe na Bíblia: e em mais nenhum outro lugar.
Mas pros meus argumentos, a exemplo do que faço no Torá, vou considerar a sua existência como válida, porque o que me interessa são os sentimentos das suas Palavras, e não a sua compreensão.
Mas os sentimentos de Cristo estariam previstos: pois nasceu da dualidade de Cain e Abel, que já estava envolvida em uma dualidade antecessora: Céu e Terra, Espírito e Corpo. E essas relações, envolvidas em um corporativismo educacional, que tinha como foco primordial a Família, do sucesso da microempresa judaica ao capitalismo cristão: uma herança de geração.
Essa metodologia, cujo simbolismo está no Filho Pródigo, ou no Diabo, o filho usurpador, ou uma mulher sedutora, adultera, ou a mãe servil, estavam sempre associadas a causas e efeitos, estava envolvida em um tipo de dualidade específica: a personalidade de Deus.
E essa é a minha discordância: Deus definiu ele e o outro: e isso sobrescreveu o natural:  Deus fala a ele como a parte boa e a natureza a parte ruim: e o natural nada tem a ver com isso, trata-se da definição do homem.
E a minha argumentação é de que a natureza não está de fato na definição de Deus. Mas o sentimentalismo de Deus é, em sua última instância, o seu próprio sentimento dividido. De fato ele não esta falando da família do inimigo. Isso pode até parecer mais absurdo ainda, mas é algo inescondivel no judaísmo. Cain era judeu e nasceu na família de Adão, não era nenhum desconhecido. Eva também, era outra bem conhecida de Deus: foi Deus quem Criou todos: e de Seth a Cristo, são todos bem conhecidos. A lista é mais formada por escrotos, poucos são reconhecidos, o próprio Cristo reclamava dos filhos, dos pais e dos netos também. Uma vez quase foi jogado do penhasco, porque gostava de humilhar os judeus  de uma forma genérica, tratando o judeu como impuro, serpente, doente[..]: não havia muito favor em suas palavras, a não ser o fato do favor que as suas palavras podiam favorecer aquele povo. Ao mesmo tempo que se excluía da condição de Judeu,  na medida que confirmava que estava ali única e exclusivamente num compromisso estabelecido com Deus, ao mesmo tempo que foi um compromisso que Deus assumiu com ele: era quase a explicação de por que o Torá foi feito: um contrato. De modo que faz sentido entender que o sentimento de Deus é o sentimento do Judeu: de modo que, neste sentido, é possível sim extrair o sentimento de Deus a partir do judaísmo, é o mesmo que afirmar que todo ser humano é igual o judeu.
De modo que, no próximo tópico não será mais explicações: irei contar uma história com imagens, é a de Cain e Eva, e é basicamente o que foi postado anteriormente e agora renderizado: é um pré-amp para o novo tipo de abordagem.

Penso que as imagens de certa forma possuem maior compreensão e tradução do que a escrita, porque a imagem é a Palavra interpretada.     


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